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Último papo reto do ano!

Atualizado: 13 de ago. de 2023

E aí, rapaziada.

Esse texto era pra ter saído há uma semana atrás, mas como o que faz Marcco Junior é o Marco Antonio, hoje é 31 de Dezembro e eu tô aqui escrevendo de manhã, mas não dá nada, ainda assim, é o último papo reto do ano.

2022 eu ganhei dinheiro, perdi dinheiro, amei e tomei no cú, fiz amigos e perdi gente, comecei de verdade meu negócio e quase fali por isso, quase fiquei sem grana pras contas e pra comida, mas eu tô aqui, em pé e mais um ano se passou.

2022 foi ano da coragem e coragem é um bagulho doido. Quem tem, tem. Quem não tem acha que quem tem é louco.

Sei que incomoda, mas é minha vibe e como diz o ditado: o incomodado que se mude (eu também tô aqui pra incomodar D2).

Esse ano foi o ano mais louco na minha vida e provavelmente na vida de geral, pois desde o começo dele, a gente sabia da nossa missão de derrotar um governo fascista e reestabelecer a democracia (fraca) do nosso país. E conseguimos.

Entre cabeça virada com um milhão de pensamentos, noites sem sono e dias de paranóia, eu, Marcco Junior, tive o ano mais incrível da minha carreita musical: 2 EP’s lançados, várias músicas com sentimento aflorado e 15 países me ouviram cantar. Sim, 15 países.

Por isso, sem me importar com o que falam ou deixam de falar e melhor, sem me importar com quem fala ou deixa de falar, eu chego aqui me sentindo vitorioso e ao contrário das más línguas, homem pra caralho.

A vida tem sido uma viagem louca e nela se passaram mais 365 dias malucos e um filme sobre minha vida daria um enrede memorável (salve Nochica).

Em dezembro do ano passado eu tomei uma decisão difícil na minha vida e saí de uma agência em que eu era diretor de arte sem um real no bolso e falei que eu ia trabalhar pra mim durante o ano inteiro e eu tinha na cabeça que se ao final desse ano eu tivesse conseguido me manter vivo e forte, nunca mais iria trabalhar pra outra pessoa que não fosse pra mim. Chego aqui com clientes ganhos, clientes perdidos e pouco dinheiro, mas meu dinheiro e com só uma pessoa mandando em mim: eu mesmo.

Eu acho que um dos principais erros pessoais que esse que vos fala comete é o se preocupar somente com o que vai acontecer comigo em primeiro lugar e ninguém acima.

Se eu fiz algumas inimizades durante 2022? Talvez sim, mas não acho que tenha alguém a altura pra ser meu inimigo. Pessoas são ruins por instinto e quem não entende isso, vive tentando ‘pagar’ de bonzinho e tentando agradar aos outros, eu não. Se você que tá lendo gosta de mim, obrigado. Se não gosta é só morrer que passa.

Esse texto é um pouco mais curto, pois como eu disse lá em cima, é o último papo reto do ano e pra isso ele precisa ser sucinto.

Pra 2023? Muita FÉ! Em Deus, nos meus orisás, mas principalmente no meu ori, em mim!

Foco no que não pode ser desfocado e que esses 15 países em que eu toquei em 2022 me conheçam pessoalmente. Cês tão falando que fazem, eu sem dinheiro tô tocando na Europa.

Pra finalizar, um ótimo 2023 pra quem gosta de mim e pra quem não gosta, espero que seu ano seja horrível, já que eu não tô aqui nem pra ser canonizado e nem pra virar mártir.

Contra nós quem puder e contra nós quem quiser. Eu inverti a frase, porque pra tá do lado de cá tem que ter disposição, pra tá contra é só estar abaixo. Fé e tchau.

Beijo do tio Marcco.


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