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- Marco Junior
- 14 de jul. de 2022
- 5 min de leitura
Atualizado: 13 de ago. de 2023
Terça-feira, 05 de julho de 2022, 2 horas e 39 minutos desse quinto dia do sétimo mês. Essa foi a hora que esse texto começou a ser escrito. Simplesmente porque eu achei que faz tempo que eu não solto nada no blog, porque a insônia tá aqui comigo e os dias tão passando e com eles a minha cabeça vem entendendo algumas coisas e como diz o Sant, ‘tem coisas que eu não quero nem entender, pra não bater neurose...’
Bom, mas a vida tem alguns macetes, sempre têm.
E nesse texto hoje eu vim falar de alguns deles, que talvez sirvam (ou não) pra mim e que eu uso - quase - sempre.
É normal ter aqueles dias que a gente acorda meio pra baixo, né?! Bom, até que não foi meu caso nessa segunda que passou, porém durante o dia, aquele mesmo ‘peso’ veio voltando e então ‘tô’ aqui tentando falar alguma coisa pra alguém e eu nem sei se o alguém que ler vai conseguir entender e talvez tirar alguma coisa de boa daqui, mas foda-se, né? O importante é ter aqui um lugar pra talvez desabafar e respirar um pouco.
Bom, sem mais delongas (chegou mensagem de áudio da minha vizinha e eu vou ter que parar o som do Costa ft. RD e TZ e parar de escrever kk) vamos aos macetes que eu vim aqui pra falar. E vai ter macete pra alguns assuntos do dia-a-dia, viu?! Amor, sexo, política e o que mais bater na minha cabeça pra falar aqui.
Voltei, fui responder a vizinha e só pra deixar vocês por dentro o assunto era: como a estratégia de comunicação e marketing de supermercados é metódica e seguida exatamente do jeito que é pra ser. Meu lado publici(o)tário acha genial, meu lado comuna continua achando que pro mundo ser melhor a gente tinha que começar destruindo as grandes empresas varejistas. Enfim, ao que interessa.
Pra começar os ‘macetinhos’, vai um assunto fácil e nenhum pouco cruel e polarizado: política.
‘Ah, Marcco, macete pra que na política?’
Na real nem é um grande macete, é só uma constatação.
Estudos realizados na Universidade Tirey Daka Bessa dizem que manter qualquer tipo de relação com qualquer a***mbado que ainda apoie esse excremento que ainda está sentado na cadeira de presidente faz mal a sua saúde mental. Não importa onde essa pessoa está no seu círculo social, se afasta (ou se você tiver muita paciência vai lá e tenta virar o voto, eu não tenho mais) e deixa que a própria opinião dela faça ela sucumbir. Em julho de 2022 somente dois tipos de pessoas apoiam esse escroto: mal caráter e mais mal caráter. Em julho de 2022, com cada dia mais escândalos de corrupção, mortes e mais mortes esnobadas, PEC’s cheias de ilegalidade, entre outras me*das, mesmo que tem menos instrução, mas tem respeito pelo próximo e humanidade, já deixou de apoiar o vagabundo que ocupa a cadeira presidencial.
Aqui eu ia dar uma pausa pra fumar um cigarro (não, não fumo, mas meu fumo de corda acabou e eu não fumo a cannabis na casa da minha mãe), mas como bateu 3 horas da manhã em ponto, o meu cagaço foi maior e não me deixou sair no corredor, então partiu próximo assunto: sexo.
Primeiro: façam!
Quem não transa irrita a vida dos outros e eu não to afim de ninguém irritando a minha.
Segundo que ultimamente eu andei pensando o porquê de a gente ser uma geração tão ligada ao desejo carnal. Confesso que não sei dados de nada, mas ao que me parece, com o avanço da tecnologia, o que avança também é a extrema facilidade de ser frio.
E eu to falando de mim aqui também.
Porque será que hoje tá tão fácil pra gente transar e cair fora? E olha que eu até gosto de ficar de carinho mesmo depois de alguma parada casual, mas será que a gente não tem superestimado o sexo? Vai saber. Esse otario que vos fala tá pensando nisso agora e com certeza vai se deixar levar por essa ‘facilidade’ novamente já já. E o ‘macete’ pra esse assunto é básico: falem a verdade. Mas agora eu apaguei o app do foguinho - e já instalei novamente (não me pagam, então sem nomes), mas quem quiser ‘combinar’ comigo, comenta aqui no blog, ou me manda um e-mail, porque no WhatsApp e na DM do Instagram (kkkkkkkkkk) talvez você não obtenha sucesso.
E aqui deixo um espaço pra pedir desculpa a todas as pessoas que eu demoro quase uma semana pra responder. Juro que não é por mal, só não to afim de virar refém de celular. Quem quiser me mandar uma carta pode mandar, que eu juro que eu respondo.
E agora que já passou das 03h07, hora oficial do ‘cramunhão’ (eu acho que não faz sentido eu ter cagaço de um capiroto se eu não acredito nele, mas tudo bem) eu vou lá roubar um cigarro de dona Kelim e pensar mais um pouco, que se pá esse texto vai ficar enorme.
Voltei depois de 1 cigarro e 30 dias de WhatsApp.
Agora vou falar um pouquinho de amor e esse é o assunto mais complicado pra mim. Talvez desse eu não saiba os macetes, até porque esse que vos fala acaba de perder muito ‘ouro’ nessa área da vida por ser inseguro demais e talvez ter um pouco de medo de que algumas relações caminhem pra frente.
Amor tem ganhos enormes, mas quando as perdas chegam elas também são gigantes e isso magoa muito. Então o único ‘macete’ que eu tenho pra esse assunto é: deixa acontecer naturalmente.
E eu não deixei, Carlos Caetano.
E o mais engraçado de tudo é que talvez agora eu queria deixar acontecer, mas talvez seja tarde demais (na real é tarde demais) pra buscar esse ouro que eu deixei cair.
Não veio nenhum assunto a mais na cabeça e eu até agradeço ao meu cérebro porque o texto já tá grande pra caralho.
E agora, 3h49 eu vou encerrando esse texto e ainda falando de amor eu lembro que...
‘Chegamos ao fim, tá doendo sim. Eu chego a perder a voz.
Só resta chorar e se lamentar pelo que restou de nós!’
E é sobre isso, galera.
Esse dia 05/07 será de grandes emoções, muito café preto porque eu não consegui pregar o olho e a única coisa que eu espero pra esse dia é que o Corinthians se classifique (classificou 🤫) e passe a pi*oca naqueles argentino arrombado racistinha lá dentro da casa deles.
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Se não gostou, azar o seu, seu gosto deve ser péssimo.
Bom dia ou boa tarde ou boa noite.
Até o próximo.
Assinado: Tio Marcco!




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